domingo, 9 de janeiro de 2011

Sonho meu...

Tenho me lembrado dos sonhos com muita clareza durante esta semana. Da noite passada, ficou o seguinte drama:
Uma amiga me disse que o irmão nos levaria ao Hopi Hari e que eu poderia convidar algumas pessoas, pois quanto mais pessoas nesse passeio, mais diversão. E eu convidei alguns amigos e também a Ana Maria Braga. Todos aceitaram o meu convite e, em seguida estávamos todos arrumadinhos para ir ao parque.
O rapaz que nos levaria, vendo que tinha muito mais pessoas que o aguardavam do que a quantidade que cabia no carro, simplesmente mandou avisar que não iria mais. Passeio cancelado! 
Eu, que tinha feito os convites, entrei em pânico ao ver que todos, inclusive a Ana Maria Braga faziam uma cara de decepção horrível, e Ana Maria enfatizava que estava "louca" para conhecer o Hopi Hari. 
Esse imbróglio durou muito tempo, e eu olhava as pessoas com roupas novas, coloridas e no clima para ir ao parque e me sentia angustiada, até que como estávamos em frente de casa, entrei. Corri para a cozinha, juntei o que tinha na dispensa e organizei um jantar... (não me pergunte como o tempo passou tão rápido -era de manhã e depois já era hora do jantar!)
Arrumei uma mesa caprichada e chamei a todos. Abri um vinho especial. Meus amigos já davam sinal de satisfação com a alteração da programação do dia. Ana Maria Braga se interessou pelos pratos e me perguntou se eu poderia ir fazer algum daqueles pratos no seu programa. - Posso! (Claro, não conheço ninguém mais exibida do que eu). E o papo começou a rolar. As pessoas já sorriam, contavam piadas e gargalhavam da situação.
E assim acabou o sonho. 

Das minhas caminhadas

Uma foto do parque onde faço minhas caminhadas. >>

Sou sedentária assumida, mas também muito preocupada com a necessidade de levar uma vida saudável, então sou uma das centenas de pessoas que caminham no parque, mas nunca sozinha, vou com alguém ou então com Luana ou Bianca. Estas sim, nunca se recusam a me fazer companhia.

Achei essa foto bonitinha, levando em conta que essas garças fogem a qualquer sinal de aproximação e é sempre frustrante tentar fotografá-las.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Just Like the Phoenix by Cathy J. Fischer




Everytime that I burn down, 
Toda vez que eu queimar,
I am back reborn,
Estou de volta renascer
Coming mainly from my ashes. 
Vinda principalmente de minhas cinzas.
Proud and
Orgulhosa e
 Vehement as a kings crown. 
Veemente quanto a coroa dos reis.
No matter what life can bring. 
Não importa o que a vida pode trazer.
As long as I am alive.
Enquanto eu estou viva.
Running freely and unbound.
Correndo livremente e desligada.
No grief
Sem dor
that surrounds makes me go down. 
que o rodeia e faz-me ir para baixo
Just like the Phoenix burning itself down. 
Assim como a fênix queimando a si mesma
Rising again majestic fresh and young.
Ressurgir majestosa, fresca e jovem.
Just like the Phoenix burning itself down, 
Assim como a fênix queimando a si mesma,
rising again from its own ashes to face whatever flashes.
                           ressurgir das próprias cinzas para enfrentar aquilo que pisca.
So... every time that
Então cada vez que



Observações: Fiz a tradução com a ajuda do Google, copiando exatamente como ele me traduziu, daí os erros de concordância e alguns erros mais. Mas o objetivo final que é cantar junto foi alcançado com sucesso!!!

 Olha que honra!!! Abaixo as devidas correções!
Comentário: 
Cathy disse:
Algumas correções na tradução que acredito apropriadas:
Iam back reborn= Volto renascida
As a kings crown= Como a coroa do rei
and unbound= e livre
No grief= nenhuma dor, (ou nenhum pesar)
that surrounds= que me rodeia
Ressurge magestosa....
Whatever flashes= qualquer coisa que aconteça.
Every time...= Cada vez ou toda vez?
No todo, ADOREI a sua tradução! Obrigada, beijos mil :-)

domingo, 2 de janeiro de 2011

Sobre um amigo


Logo que voltei para esta cidade, comecei a trabalhar em Campinas e diariamente eram três ônibus para ir e três para voltar. Nesse trajeto, conheci um homem de cabelos brancos, que pegava as mesmas conduções, pois mora no mesmo bairro que eu e trabalha no mesmo bairro onde eu trabalhava.
Aqui vou chamá-lo de Carlos.
E Carlos seguia sozinho, apesar de sua deficiência visual, e em algumas situações pedia ajuda de quem estivesse perto. Eu, observando e estando sempre próxima, me ofereci a ajudar, foi quando descobri que não sabia como conduzir um cego. Segui algumas orientações de Carlos e acho que aprendi. Foi nascendo uma amizade e fui conhecendo e me deixando conhecer aos poucos.
Totalmente cego, Carlos me abraçava muito, pegava muito e eu não sou acostumada com pessoa que fala pegando na gente, sabe? - Resolvi que queria me distanciar de Carlos por esse motivo, mas a decisão durou pouco pois, senti falta de nossas conversas.
Pensei sobre o assunto e resolvi deixar Carlos me abraçar, beijar, dar as mãos e o respeito nunca faltou. Questão resolvida já não me incomoda mais. Viajei ainda muitos dias com Carlos até que me desliguei da empresa e já não o vejo com a mesma frequência, mas nos vemos ainda nos ônibus, nas ruas, por telefone e email.
Carlos é um cara divertido, bom de conversa e super amigo. É um exemplo de vencedor, que supera dificuldades diárias para construir uma história de dar orgulho. É meu exemplo. E a empresa onde trabalha é um exemplo a ser seguido também pois lhe fornece equipamentos e condições para que Carlos desenvolva o seu trabalho.
Muitas vezes, quando vou conduzí-lo por essas ruas cheias de obstáculos, conversamos tanto e algum obstáculo me escapa como se por um momento me esquecesse de sua deficiência.
Carlos reconhece os amigos que fez nesse caminho pela voz de cada um e questiona a emoção que transmitimos pela voz e tem muita experiência de vida para passar ou trocar. Carlos é um amigo que eu quero ter para sempre!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011!


Sem listas, sem planos. Apenas a atenção para não deixar passar oportunidades. 
Revisitei listas de anos anteriores, algumas coisas aconteceram, outras não. É sempre assim.
Então é isso. Feliz 2011 para todos nós, para uma grande maioria. Que  o novo ciclo apresente mais momentos bons para que o balanço no final seja positivo.

Apenas um rótulo

<< Novo rótulo do espumante Miolo Brut. 
E este será o espumante do meu reveillón. 
Fiquei um pouco triste com a mudança de rótulo. Logo abaixo você pode ver o rótulo antigo que pra mim tem um valor sentimental enorme. 
Quando trabalhei numa loja de vinhos da Bahia que distribuía Miolo, vendia muitas garrafas desse espumante que tem uma qualidade bacana e é obtido pelo método Champenoise, mesmo método de obtenção do Champagne. 
Ficava tempo observando as garrafas expostas como quem quer guardar imagens para nunca mais esquecer. Assim, olhava para a rua da loja e para outros tantos rótulos de vinhos. Aquele era um momento especial na minha vida. Eu tinha conseguido um grande feito, me desfazer de quem era e das expectativas possíveis para viver uma vida totalmente diferente e bem mais feliz. Mas como todo conto de fadas, o relógio deu doze batidas e a carruagem voltou a ser abóbora. E fim.

Uma Breve Retrô


Desta vez, faço questão de fechar um ciclo. Esse ciclo começou há dois anos, quando de um dia para o outro minha vida mudou radicalmente, devido a uma crise de pânico que fez minha vida parar.
Obviamente que, com ajuda de quem gosta de mim e de quem mesmo sem gostar quis ajudar, fui retomando o rumo, de forma bem lenta. Fui me propondo pequenos desafios, mas grandes visto da ótica de quem nada podia frente ao pânico. Hoje vejo que não perdi muito, as perdas foram perdendo as dimensões iniciais. Ah, tempo, esse santo remédio.
E dessa forma, esses dois anos ficam para trás. Pronta para o que der e vier agora mais certa de quem são meus amigos e quem são os figurantes da minha história.
Agora, torcendo por um emprego na minha área, onde eu possa ser útil e fazer a diferença. E no mais, tudo em paz. 

sábado, 25 de dezembro de 2010

Compartilhando boa música

Twitter é para mim espaço de informação, interação, diversão e desabafo. Tudo ao mesmo tempo e de forma prazerosa, sem comentários ofensivos e sem me estender tanto além dos 140 caracteres, ou seja, sem excessos. Só o necessário. 
Neste espaço tive oportunidade de conhecer muita gente bacana, difícil mencionar todos aqui, mas enfim, um grande presente foi conhecer um pouco mais da Cathy, minha cantora preferida do momento com CD recém-gravado e com esta música (Just Like a Phoenix) do post abaixo que me agrada entre outras e entre todas as outras. 
Segundo a própria, sou sua primeira fã, uma honra minha visto que "descobri" muito antes essa qualidade vocal, musicalidade, esse trabalho especial, muito antes da grande massa.
E segue outra música da Cathy:

Ouça  e depois me dê sua opinião.
Just Like The Phoenix
Cathy Justus Fischer
Feliz Natal


Feliz renascer a fé e esperança em dias melhores, sempre melhores e mais felizes. E o que fazer com quem sempre quer mais? A vida é só isso? Não! Você precisa se doar mais, ouvir mais, aprender mais. Então é isso que eu quero, e querer quando depende unicamente de você, é sempre possível. 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A Asa da Borboleta

Ontem à tarde a campanhia tocou. Era o entregador de ração e fui atendê-lo e no caminho, mais precisamente na porta da sala encontrei esta borboleta no chão, aparentemente com a asa ferida e uma gosminha no chão.
Ela não podia voar. Na hora só pensei que não gostaria que ela morresse, mas como meus conhecimentos "borboletísticos" são ínfimos pouco pude fazer por ela. 
Peguei um raminho seco e aproximei-o da borboleta que subiu rapidamente e a coloquei numa folha do meu pé de uva garantindo assim que, Luana, Bianca ou Júlia não a destruíssem numa de suas brincadeiras pouco delicadas.
Quando mamãe chegou mostrei-lhe a borboleta que no fim da tarde estava ali onde a deixei.
O dia amanheceu e fiz tudo como de costume: café da manhã e um pouco de notícias do dia. Fui ver como estavam minhas meninas e só então me lembrei da borboleta e ela continuava ali, agora neste pedacinho de ripa que dá sustentação à uva e com as asas fechadas. Fui pegar o celular pra tirar uma foto e quando voltei ela estava assim, com as asas abertas. Tirei 4 fotos como esta e em seguida a borboleta alçou vôo em direção à rua, sobre o muro de minha casa e aparentemente bem e feliz.
Senti nesse minuto uma gratidão enorme no meu coração por este momento, pois vi que ela pôde voar, não sem antes me dizer que estava bem e me deixar essa foto de lembrança. Senti essa pequena borboleta muito forte e capaz de fazer deste meu dia um dia especial.

domingo, 14 de novembro de 2010

Com meus botões

Ontem assisti a um filme mas o que me interessa aqui é a frase com a qual ele termina:

"É melhor ter uma porta, mesmo que trancada do que não haver porta." (separando você da sua felicidade)


Foi mais ou menos isso que registrei, levando em conta que estava dormindo no sofá e pescava uma palavra ou outra desse final de filme.
Esperar que abram as portas? - Melhor é levar consigo a chave, melhor ainda é abrir passagem e ir levando lembranças boas das etapas anteriores.
Para mim, tenho notado, está sempre faltando algo fundamental para a felicidade, aquela conhecida que depende basicamente de se ter trabalho bacana, família, saúde, homem pra beijar na boca e horas de lazer agradável sem esquecer do tempo necessário para se investir em cursos relacionados à area profissional, e no meu caso sempre eles - os vinhos.
Seria pedir demais, tudo isso ao mesmo tempo, agora?
Seria cruel se recusar a ser verdadeiramente feliz com a ausência de algum item dos acima listados?
Seria se recusar a ver uma fresta da porta abrindo para mim? Será necessário escolher outros caminhos?
Pra que se insiste tanto? A alternativa é desistir. Ou sou o que gosto ou não sou nada.
Mentir pra mim mesma não funciona. Sempre descubro a verdade, a minha verdade.
Tomo um remédio e vou dormir. O dia sempre amanhece. Espero que ele acabe, que se esgote todas as horas em que busco ansiosamente e o que tenho é uma porta trancada. Vida desafiadora. Desalinhada.
Me desculpe, eu não te entendi.

Puppies

Imagem recebida por email.

sábado, 9 de outubro de 2010

Enfim...


Agora, sommelière! Um objetivo cumprido. E pensar como minha história com os vinhos começou... Foi um grande encontro. Foi descobrir que é possível ser apaixonada pelo trabalho, coisa que antes só ouvia dos outros mas jamais podia dizer, e pensava jamais poder dizer nesta encarnação. Que bom que a vida tem dessas boas surpresas, mas a parada hoje é outra: o que faço aqui? Mercado de trabalho pra mim está um pouco distante. Antes, quando fui pra Bahia, qualquer lugar servia e agora só vai servir um lugar com uma boa loja de vinhos. 
Ah! Essa eterna busca.

A família aumentou.

Minha Luana teve filhotinhos. São cinco: um menino e quatro meninas, todos muito bonitos e saudáveis. Nasceram no domingo (03.10.2010)